Trilogia das cores do King Crimson

janeiro 6, 2010 Deixe um comentário

No terceiro ano do segundo grau, eu tive um professor de redação (graaaaande Sérgio) que curtia muito musica progressiva, assim como eu. Depois das aulas normalmente a gente ficava conversando sobre musica. Um certo dia ele me perguntou se eu conhecia a banda King Crimson, e eu respondi que não, então ele falou: “Se tu não conhece King Crimson, não sabe o que que é musica progressiva”. Na outra aula ele me passou um CD gravado por ele com todas as faixas de Beat. Quando eu ouvi, achei que tinha algum problema, por que tudo era muito errado mas se encaixava perfeitamente. Acho que após a segunda vez que o CD acabou, eu já tava viciado na banda. Aí então fui atras de toda discografia, o que conta com apenas 34 CDs!

Um certo dia eu li um artigo sobre a trilogia das cores do King Crimson. Essa trilogia fala sobre três CDs: Discipline (Vermelho), Beat (Azul) e Three of a perfect pair (Amarelo). Até onde eu sei, não há uma ligação de histórias ou acontecimentos, mas é uma época de testes de sons novos da banda. Segue o link para a apreciação de vocês!

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Discipline:

Discipline
Ano: 1981
Musicas:

  • 01. Elephant Talk
  • 02. Frame by frame
  • 03. Matte Kudasai
  • 04. Indiscipline
  • 05. Thela Hun Ginjeet
  • 06. The Sheltering Sky
  • 07. Discipline

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Beat:

Beat
Ano: 1982
Musicas:

  • 01. Neal and Jack and Me
  • 02. Heartbeat
  • 03. Sartori in Tanger
  • 04. Waiting Man
  • 05. Neurotica
  • 06. Two Hands
  • 07. The Howler
  • 08. Requiem

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Three of a perfect pair:

Three_of_a_Perfect_Pair
Ano: 1984
Musicas:

  • 01. Three of Perfect Pair
  • 02. Model Man
  • 03. Sleepless
  • 04. Man With Open Heart
  • 05. Nuages
  • 06. Industry
  • 07. Dig Me
  • 08. No Warning
  • 09. Lark’s Tongues in Aspic Part III

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The Saboteur – Review

janeiro 6, 2010 Deixe um comentário

Aí está um jogo que foi literalmente “amor” a primeira vista! No (maldito) e-mail marketing da EA de Dezembro, tinha uma propaganda do The Saboteur, que até então eu não tinha o mínimo conhecimento sobre o jogo. Comecei a pesquisa na rede e achei só coisa boa. Não preciso dizer que me joguei no jogo, né?! Bom, vamos começar a falar do jogo

thesaboteur

A história do jogo se passa na segunda guerra mundial, onde você é Sean Devlin, um típico irlandês, com gírias e tudo mais. O jogo começa na França, em um tipo de prostíbulo cheio de nazistas onde Sean encontra um francês, Luc Gaudin, integrante da Resistance, um grupo francês de resistência aos nazistas. Sean se une a Luc e juntos vão sabotar uma rede de petróleo e gasolina do exercito nazista com bombas dos mesmos. Nesse momento o jogador passa a aprender todos passos necessários para jogar: modo de ataque, modo de espião, dirigir carro, escalar prédios, etc… Após este episódio, Luc e Sean voltam ao prostíbulo (que então é revelado como a “casa” de Sean) e o jogo entra em um flashback.

O flashback se passa três meses antes, na França. Sean era um piloto de uma pequena escuderia familiar de corridas, formada por Sean, Jules, a irmã de Jules e o dono da escuderia, Vittore. Então o jogo se move para o norte da Alemanha, onde Sean participará de uma corrida. Chegando lá, se descobre que um antigo corredor (e trapaceador) alemão nazista, Kurt Drieker, voltou a correr e então se desencadeia uma briga e Sean é obrigado a fugir do exercito nazista em uma perseguição de carro.

Ai então a história pula para o dia seguinte: o dia da corrida. Na corrida, Sean passa Drieker que atira na roda de Sean e ganha a corrida. Sean quase começa uma briga mas é segurado por seu amigo Jules. Então Jules e Sean fazem um plano para seguir Drieker e ver aonde ele irá se esconder. Eles chegam em uma base nazista, na qual invadem pulando um muro, pegam o carro de Drieker, jogam pelo barranco e são pegos pelo exercito nazista.

Dentro da base nazista, Jules é torturado enquanto Sean está desacordado. Quando Sean se acorda, Jules está ao seu lado com os dois olho arrancados, todo cortado e cheio de sangue. Ai então Drieker aponta a arma para Sean e manda falar a verdade sobre ele ser um espião britânico (o que não é verdade). Jules é morto e Sean é deixado para os soldados nazistas. Sean consegue se soltar das cordas, atacar os guardas e fugir. Apartir disto, Sean foge da base com Vittore e a irmã de Jules em um caminhão, passando por muitas barreiras e tiros. O flashback acaba com os três chegando em Paris, indo para o prostíbulo, antes mencionado como a casa de Sean, e contando para os pais de Jules o acontecido (a mãe de Jules é a Madame Rousseau). Então o jogo volta ao tempo real, e Sean continua a sabotar os nazistas junto com Luc.

A jogabilidade é muito boa. O jogador possui controle total sobre Sean, podendo escalar prédios, dirigir carros, matar pessoas em silencio, controlar armas, etc… Os gráficos do jogo não precisam nem de comentários. O jogo começa basicamente branco e preto com detalhes em cores. E com o passar do tempo, o jogo ganha mais cores. Um pequeno detalhe que deixa o jogo muito bom! Jogo totalmente recomendado para todos aqueles que gostam de uma boa aventura.

Guitar Hero 5 – Review

dezembro 24, 2009 Deixe um comentário

Semana passada comprei dois joguitos novos pra aguentar Janeiro e Fevereiro em Porto Alegre: Guitar Hero 5 e The Saboteur. Hoje vou falar sobre o Guitar Hero 5 mesmo (sobre The Saboteur eu escrevo no início de Janeiro).

guitarhero5

A base do jogo é a mesma das versões anteriores: aparece o botão colorido, aperta o botão no hardware, palhetada e voilá! Mas o diferencial dessa versão se encontra em três pontos: novas funcionalidades, buscando a atenção do jogador pro jogo, gráficos, que levam os jogos de ritmos para um novo nível, e repertório, que se dispõe em uma confecção perfeita de muitas musicas de estilos diferentes.

Começando pelas novas funcionalidades, o Guitar Hero continua com as mesmas modalidades superiores da versão anterior (Guitar Hero World Tour): Carrer, Quickplay (Single e Multiplayer) e GHStudio, no qual o jogador pode criar musicas ou jogar musicas que são préviamente criadas pela própria Neversoft. A modalidade Quickplay está intocada, porém Carrer ouve uma grande mudança. O jogador segue a carreira de sua banda como antes, porém com um adendo: há mini-jogos em todas musicas, por exemplo, uma musica pode ter um Challenge para a guitarra no qual o guitarrista tem que acertar tantas notas de Tapping ou o baterista tem que acertar tantas vezes a caixa (pad vermelho). Nesses challenges se tem três “medalhas” vinil de prata, vinil de ouro e vinil de platina. Todas as roupas de edições são habilitadas por esta forma, “obrigando” o jogador a ser bom em pelo menos tudo.

Nos gráficos, comparando aos jogos passados, o série deu um pulo imenso. No início, quando Guitar Hero ainda era um “monopólio”, os gráficos do jogo eram meio decadentes, guitarras mal feitas, pessoas com movimentações estranhas, etc. Até no Guitar Hero Metallica eu comentei que a banda toda parece estar com algum problema linfático de tão inchados. Com a entrada do Rock Band no mercado, se teve a novidade de deixar os personagens mais parecidos com pessoas, o que o Rock Band conseguiu mas o Guitar Hero não. Agora o Guitar Hero resolveu seguir outro caminho: desenhos claros mas com boa animação e filmagem do jogo. Conseguiram, os vídeos do jogo não parecem um show real, mas parecem movimentação de pessoas normais em computadores. Pela imagem abaixo, dá para se ter uma noção do quão bom ficou os novos gráficos.

guitarhero5gameplay

O repertório do jogo ficou inigualável. Primeira vez que Arctic Monkeys entrou em um jogo de ritimo, o que eu já havia comentado em rodas de conversa com amigos. Outras músicas que me chamaram a atenção no jogo foi 21st Century Schizoid Man (King Crimson), Superstition (Stevie Wonder), Play That Funky Music White Boy (Wild Cherrys), Spirit of the Radio (Rush), 2 Minutes to Midnight (Iron Maiden) e I give love a bad name (Bon Jovi). Só assim já dá pra vê como ficou o set-list né? Diversão pura!

Óbvio que o jogo não conta apenas com isso, mas com mil fatores que fez renascer a franquia Guitar Hero, possivelmente sobrepondo por um tempo o Rock Band (pela primeira vez). No momento, concorrendo com o Rock Band Lego, eu indicaria Guitar Hero 5 para aqueles gostam desse formato de jogo, fica a dica então!

Play That Funky Music White Boy!

dezembro 20, 2009 Deixe um comentário

Esse fim de semana, jogando Guitar Hero 5 (que eu escrevei mais depois), pensei em fazer uma coisa divertida: um cover de uma musica em todos os instrumentos e pensei em uma musica bem legal, Play that funky music white boy do Wild Cherry. O resultado não ficou dos melhores, mas já ficou ouvível. O legal é que ficou uma base boa para guitarristas que gostam de fazer Jams com mp3. Depois irei arrumar mais tempo e vou dar um jeito no restante. Por enquanto, fica a música para quem quiser ouvir:


Download para os Jameiros

Seleção Móveis Coloniais de Acaju

dezembro 9, 2009 Deixe um comentário

moveis

A pedidos, hoje fiz uma seleção sobre Móveis Coloniais de Acaju. Não, não é um item para ser instalado na sua casa. É uma banda e muito boa, por acaso. O som deles é algo difícil de explica. Me lembra um pouco de samba-rock, mas tem muito rock, provavelmente um rock-samba. Também tem muitos metais mas em tonações diferentes do samba-rock. Eu prefiro chamar de móveis-rock, é o mais significativo que eu achei. Esse é o Set-List que eu separei:

  • 01. Copacabana (Idem)
  • 02. Perca Peso (Idem)
  • 03. Lista de Casamento (C_mpl_te)
  • 04. Menina-moça (Idem)
  • 05. Falso Retrato (C_mpl_te)
  • 06. Sadô-Masô (Idem)
  • 07. Cão Guia (C_mpl_te)
  • 08. Esquilo não samba (Idem)

Como dá pra ver, o Móveis (o nome completo é muito comprido) só tem dois CDs: Idem (2005) e C_mpl_te (2009). Como no outro post, vou comentar apenas três faixas. Primeiro será Copacabana, do cd Idem. Essa musica é uma mistura de polska, com um leve toque de musica italiana e algum tipo de musica brasileira, pra mim. Assim parece uma coisa bizarra, mas é muito legal! A letra também é divertida, por exemplo “Por você a Babilônia / Seria ali na esquina / E o Mar Mediterrâneo, uma mísera piscina”. A letra toda tem um certo tópico histórico.

Segunda faixa comentada é Menina-Moça do cd Idem. Essa musica tem um toque bem brasileiro, tanto na levada da bateria e da guitarra como no preenchimento dos metais e das flautas (doce e transversal), fazendo um ambiente bem legal. Mas a primeira coisa que me chamo atenção foi a letra, que é muito esperta, por exemplo no refrão: “Que pra ser o tal / Não é preciso ser / Bacana e sacal / Não é preciso ser / Bacana e banal / Não é preciso ser / Mas o difícil é entender / Que pra ser o tal / Não é preciso ser você”. O melhor é no final “O que é preciso / Não está na cara / Mas está na CARAS / Este mês”.

A terceira musica é a Falso Retrato (U-hu) do cd C_mpl_te. Pra mim, essa musica é praticamente rock puro. Até os metais parecem meio distorcidos. O andamento vocal também é bem legal, meio pausado e entrelaçado com os instrumentos. Pra provarem essas minhas afirmações, podem baixar o set list ai em baixo. Bom proveito e see ya, folks!

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Seleção Móveis Coloniais de Acaju (Tiago S.)
Download – Link Megaupload

iPhone e AT&T vs Android e Verizon

dezembro 4, 2009 Deixe um comentário

Eu até pensei que não seria útil posta isso aqui, mas eu achei o cúmulo da cópia. Através do post do site CultOfMac (sim, eu so muito fã deles) eu vi uma comparação de duas imagens: uma do lançamento do iPhone com três geeks olhando pra ele numa redoma e outra é um screenshot de uma propaganda da Verizon mostrando o iPhone. Na real a propaganda quer tentar f*der com o iPhone mesmo tentando mostra que ele tem as caracteristicas de um telefone que não é o que o públio quer. Bom, olhem vocês as imagens:

iphone_display

Lançamento do iPhone


verizonandroidad

Propaganda do Android - Verizon

Parecido? Capaaaaaaz! A propaganda é essa aqui:

[via CultOfMac]

Ingressos do Metallica

dezembro 3, 2009 Deixe um comentário

Nossa, essa noite foi uma viagem total! As 00:01hr de 3 de Dezembro abria a bilheteria do show do Metallica de Porto Alegre no site da TickeMaster. Para ter noção, olha o q o Cássio, um amigo meu, falou antes de abrir ontem: “To sentindo o DDoS que o site da Ticketmaster vai levar dos gaúchos daqui a pouco pqp…”

Eu fiquei desde as 22:30 de ontem na frente do computador só esperando o site entra no ar. Mal o calendário virou o dia, eu já tava atualizando a pagina. Entrou a mensagem de comprar o ingresso, selecionei o que queria, input de dados e pronto. Dai veio a bizarrisse: o site da TicketMaster caiu (fail). O mais engraçado foi que depois o twitter loto de gente falando que não consegui compra ingressos, afinal o primeiro lote acabo em 9 minutos! Depois de um tempo, a seção de “Meus Pedidos” do site volto ao ar e lá eu pude confirmar a compra. No final deu tudo certo e eu só to esperando pra chega a hora.

Twitter_Metallica