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Posts Tagged ‘Playstation 3’

The Saboteur – Review

janeiro 6, 2010 Deixe um comentário

Aí está um jogo que foi literalmente “amor” a primeira vista! No (maldito) e-mail marketing da EA de Dezembro, tinha uma propaganda do The Saboteur, que até então eu não tinha o mínimo conhecimento sobre o jogo. Comecei a pesquisa na rede e achei só coisa boa. Não preciso dizer que me joguei no jogo, né?! Bom, vamos começar a falar do jogo

thesaboteur

A história do jogo se passa na segunda guerra mundial, onde você é Sean Devlin, um típico irlandês, com gírias e tudo mais. O jogo começa na França, em um tipo de prostíbulo cheio de nazistas onde Sean encontra um francês, Luc Gaudin, integrante da Resistance, um grupo francês de resistência aos nazistas. Sean se une a Luc e juntos vão sabotar uma rede de petróleo e gasolina do exercito nazista com bombas dos mesmos. Nesse momento o jogador passa a aprender todos passos necessários para jogar: modo de ataque, modo de espião, dirigir carro, escalar prédios, etc… Após este episódio, Luc e Sean voltam ao prostíbulo (que então é revelado como a “casa” de Sean) e o jogo entra em um flashback.

O flashback se passa três meses antes, na França. Sean era um piloto de uma pequena escuderia familiar de corridas, formada por Sean, Jules, a irmã de Jules e o dono da escuderia, Vittore. Então o jogo se move para o norte da Alemanha, onde Sean participará de uma corrida. Chegando lá, se descobre que um antigo corredor (e trapaceador) alemão nazista, Kurt Drieker, voltou a correr e então se desencadeia uma briga e Sean é obrigado a fugir do exercito nazista em uma perseguição de carro.

Ai então a história pula para o dia seguinte: o dia da corrida. Na corrida, Sean passa Drieker que atira na roda de Sean e ganha a corrida. Sean quase começa uma briga mas é segurado por seu amigo Jules. Então Jules e Sean fazem um plano para seguir Drieker e ver aonde ele irá se esconder. Eles chegam em uma base nazista, na qual invadem pulando um muro, pegam o carro de Drieker, jogam pelo barranco e são pegos pelo exercito nazista.

Dentro da base nazista, Jules é torturado enquanto Sean está desacordado. Quando Sean se acorda, Jules está ao seu lado com os dois olho arrancados, todo cortado e cheio de sangue. Ai então Drieker aponta a arma para Sean e manda falar a verdade sobre ele ser um espião britânico (o que não é verdade). Jules é morto e Sean é deixado para os soldados nazistas. Sean consegue se soltar das cordas, atacar os guardas e fugir. Apartir disto, Sean foge da base com Vittore e a irmã de Jules em um caminhão, passando por muitas barreiras e tiros. O flashback acaba com os três chegando em Paris, indo para o prostíbulo, antes mencionado como a casa de Sean, e contando para os pais de Jules o acontecido (a mãe de Jules é a Madame Rousseau). Então o jogo volta ao tempo real, e Sean continua a sabotar os nazistas junto com Luc.

A jogabilidade é muito boa. O jogador possui controle total sobre Sean, podendo escalar prédios, dirigir carros, matar pessoas em silencio, controlar armas, etc… Os gráficos do jogo não precisam nem de comentários. O jogo começa basicamente branco e preto com detalhes em cores. E com o passar do tempo, o jogo ganha mais cores. Um pequeno detalhe que deixa o jogo muito bom! Jogo totalmente recomendado para todos aqueles que gostam de uma boa aventura.

NFS Shift e Watchmen – Review

outubro 14, 2009 Deixe um comentário

Sexta feira passada resolvi aumentar minha coleção de jogos de ps3 (só possivel com a minha promoção na quarta-feira hehe). Então fui para a rua pra procurar Watchmen: The complete experience e NFS Shift, o que não foi muito dificil.

Need For Speed Shift
Need For Speed Shift

Need For Speed Shift

Sempre fui um grande fã de Need for Speed, desde a primeira versão do jogo. Quando fiquei sabendo do lançamento deste, na hora já fiquei curioso pra saber o nível de jogabilidade. Para aqueles que não notaram, o NFS está fazendo um caminho em zigue-zague para tentar animar seus jogadores. No inicio, era uma plataforma básica de corrida, então botaram carros de polícia (Hot Porsuit), e então chegaram na era de tunning com Underground (1 e 2). Após isso, modificaram a plataforma constantemente. Most Wanted, incluíram a policia (e muito). Carbon, retiraram a polícia. ProStreet, tiraram as corridas das ruas e profinalizaram o jogo. Undercover, corridas de rua e policiais de novo. E por ultimo, o Shift, no qual tiraram a polícia, re-profinalizaram as corridas, incluiram modos de corridas e modificaram a jogabilidade, sendo mais parecido com um simulador.

Minha primeira visão do jogo foi uma coisa incrível. A coisa mais legal que eu achei foi a sensação de adrenalina no jogador quando o carro bate, deixando a visão turva e com sons de batimento cardíaco acelerado e respiração ofegante, bem legal. O controle de simulação também é uma feature bem legal. Se entrar correndo em uma curva ou se acelerar muito rápido, o carro derrapa, se bater em alguem, o carro perde o controle e não adianta em nada quando entrar na curva sair puxando o freio de mão que o carro não irá fazer um drift perfeitinho.

Para virar o jogo, é básicamente uma história na qual o jogador deve comprar carros e fazer corridas em competições reais (como Laguna Seca – USA ou SPA – EUR) até chegar no campeonato mundial, chamado NFS Live ou World Championship. Pela carreira inteira, o jogador passa por 4 Tiers (divisões de potencias/capacidades de carros) nas quais tem que fazer corridas de posição, drift, time attack e head-to-head. O mais interessante é que não são todos os carros que são possibilitados de serem usado em corridas drift e de implementar nitro (N2O). Em drift, também, o jogo modifica a física utilizada, botando muito mais inércia e derrapagem nos carros.

Em geral o jogo é realmente bom, recomendo a todos. Principalmente para aqueles que são apaixonados por carros como Bugatti Veyron, McLaren F1, etc…

Watchmen: The Complete Experience
Watchmen - The Complete Experience

Watchmen - The Complete Experience

Watchmen: The Complete Experience na verdade é uma versão limitada do jogo do Watchmen, que é divido em duas partes. Nessa edição vem um Blu-ray com as duas partes do jogo e mais a versão do diretor do filme em 1080p, que é a coisa mais divertosa que já vi na minha TV de casa!

O jogo em si é demais. Muito sangue, ótima jogabilidade, história legal, graficos bons e uma boa trilha sonora. O suporte do PhysX da NVidia pro jogo também é algo impressionante, quando um inimigo é jogado longe, é muito real, assim como o vento na capa do Night Owl e outros objetos. A única infelicidade é o tamanho do jogo. Em 2 horas (talvez menos), eu e um amigo meu viramos a parte 1, sem o mínimo problema.

O que me impressionou muito também foi os gráficos em conjunto com a física da NVidia. Por exemplo, jogando com o Night Owl de noite com chuva, passando em becos, dava para ver claramente toda a vestimenta molhada e a capa voando, exatamente na mesma direção que caixas de papelão e lixos, o que é um toque muito sutíl, mas que faz uma diferença pra que gosta de uma perfeição no jogo.

O filme em Blu-ray é algo perfeito também. Consigo ver mais poros nos personagens do filme do que nas pessoas do meu lado. A versão do diretor é bem curta, tem apenas 2hr 50min mas parece que o filme se passa em 10 minutos, é algo mágico de tanto que prende a atenção.

O filme é ótimo. Pra que já viu, ele é melhor por ser uma versão extendida e com “making of”. Pra que não viu, veja! É muito bom. O jogo é ótimo na jogabilidade e nos gráficos, mas um pouco decadente no tamanho da história. Mas no final, o box vale muito a pena, afinal tem o valor de um jogo de PS3, mas contém dois jogos e um filme (2 Blu-rays).

Agora sim, o próximo review será do Rock Band Beatles. See ya!

Guitar Hero Metallica – Review

outubro 5, 2009 Deixe um comentário

Na semana passada fiz meu pedido do Guitar Hero Metallica, o qual eu já esperava a muito tempo pra comprar. Quando o jogo chego, foi uma felicidade só né. Me senti uma criança, claro que um pouco maior, mais metaleira e com um poder de destruição um pouco mais avantajado, mas são apenas detalhes.

Antes de comprar o jogo, procurei alguns reviews na internet, como sempre faço, só pra saber o que eu estou comprando. Nestes reviews eu li muito a frase “o jogo mais dificil da série Guitar Hero” e sempre pensava “jura né, maricas”. Depois de jogar (e muito) eu concluo, é o jogo mais dificil da série! Infelizmente só tinha os periféricos do Rock Band para jogar, mas felizmente eles são compatíveis. Foi realmente dificil se acostumar, afinal a bateria do GH possui pratos que são usado pra algumas coisas especiais no jogo (a bateria do RB não possui) e também a disposição dos pads são diferentes, mas nada que um mestre como eu não se vire!

Em questão de gráficos, o Rock Band mata a pau. No jogo, tirando o Rob Trujillo (baixo), todos os outros integrantes do jogo parecemestar inchados e com problemas nas mãos. Até é engraçado. Tirando os jogadores com problemas linfáticos, os movimentos dos integrantes são perfeitos! E quando eu digo perfeito, eu falo em movimentos de palhetadas, movimentação em palco, solos, performance especiais em musicas, batidas em pratos, etc. exatamentes iguais ao Metallica ao vivo! Pra alguns isso não é nada, mas para um (mega) fã de metallica, isso é diversão pura!

Guitar Hero Metallica

Guitar Hero Metallica

Além dos integrantes da banda, também se dá para jogar com Lemmy (baixo – Motorhead) e King Diamon (vocal – Mercyful Fate), o que não é muita coisa, mas também um pouco empolgante. Comparando ao Rock Band (de novo), o estilo de jogo de carreira é muito mais divertido. Enquando no Rock Band 2 é necessário fazer show de musicas separadas e show de set lists completos, no Guitar Hero Metallica o jogador vai passando por palcos famosos do Metallica (como o da tour Snake Pit) tendo que fazer um numero certo de estrelas nas musicas para habilitar novos palcos, ou seja, o jogador escolhe quais musicas tocar e depende da performance pra evoluir, e não de simplesmente tocar a musica.

As unicas falhas, para mim, foram 2 apenas: 1) Não adicionar todo cd Death Magnetic no jogo, aproveitando o seu lançamento recente; 2) Não implementar os integrantes da banda no jogo com épocas diferentes, assim como o RB Beatles fez. Seria muito interessante jogar com a banda cabeluda e esfarrapada no meio dos anos 80 no palco “And Justice For All…” tocando musicas daquela tour ainda com os baixistas Jason Newsted (atualmente Voivod) ou então nos inicio dos anos 80 na época “Kill’em all” ainda com o baixista Cliff Burton (falecido em 86) em pequenos pubs americanos… mas enquanto isso não acontece, continuo feliz com o jogo assim. See ya, folks and horns up!

Próximo Review: Rock Band Beatles (até o fim do mês)